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Artigos

AS 8 ATITUDES DE SUCESSO

São as habilidades pessoais que diferenciam o profissional, levam ao alto desempenho e ao crescimento na carreira.

As atitudes são:

COMUNICAÇÃO
1 VOZ CLARA E OBJETIVA

Uma das aptidões mais requeridas pelas empresas hoje é a comunicação. Dá para entender por que é tão importante. Afinal, sem uma conversa franca e clara, um líder não consegue transmitir para sua equipe quais são os objetivos da organização e as suas motivações pessoais. Um subordinado, por sua vez, não consegue dar aquele feedback sincero para seus colegas e gestores. E saiba que mesmo os mais tímidos podem ter uma atitude mais aberta e comunicativa. O primeiro passo é aprender a ouvir de fato os outros. Conversar é um processo que requer cuidado. Só se comunica bem quem entende e reconhece que está a sua frente uma pessoa com valores diferentes dos seus. Quando alguém é capaz de compreender um colega ou até um gestor, os preconceitos (que todo mundo tem) começam a diminuir e a cabeça se abre para outros mundos – o que é o caminho para o pensamento criativo e para a inovação.

SIGNIFICADO
2 O QUE MOVE VOCÊ?

Quando o objetivo do trabalho tem alguma importância pessoal, os profissionais costumam transmitir energia e entusiasmo para quem os cerca. Isso fica mais evidente quando se trata da liderança, já que é tarefa da chefia mostrar aos subordinados que o trabalho tem um valor que transcende os resultados de curto prazo. Segundo Ângela Maria Fleury de Oliveira, o papel dos gestores é gerar significado pessoal pelo trabalho. Reforça ainda que o profissional que trabalha só por necessidade fica acomodado, não inova e tem queda de produtividade.
Encontrar seu ponto motivador é relativamente simples: você precisa perceber o que realmente lhe dá vontade de levantar da cama a cada dia. Esse sentimento, além de ser importante individualmente, ajuda também a melhorar outra habilidade comportamental para as pessoas que querem ser inspiradoras: a comunicação.

PODER DE ANÁLISE
3 OLHAR CRÍTICO

Através de uma pesquisa realizada no RS em que participaram 43 gestores com alto desempenho/performance, foi identificado que um dos pontos comuns entre os participantes foi o poder de análise. Estes gestores conseguem interpretar diferentes variáveis, relaciona-las e criar um plano de ação estruturado. Algo importantíssimo para as organizações hoje, que precisam ter pessoas com capacidade de leitura de diversos ambientes.

DIDÁTICA
4 LÍDER E EDUCADOR

Uma atitude essencial para que o gestor consiga a admiração de seu time é não ter medo de compartilhar conhecimento para criar sucessores bem preparados. Para ensinar com eficiência, o segredo é conversar muito com a equipe e entender como cada um deles aprende melhor. Ensinar é bom para os dois lados. O líder fica tranqüilo ao saber que os subordinados se sentem valorizados por compartilhar as informações que o gestor tem.
Segundo Ângela Maria, quando há sinergia, o líder não precisa se impor.

CONEXÃO
5 LIGAÇÃO COM O MUNDO

Os negócios estão cada vez mais globais e, mesmo nas raras companhias que ainda só tem atuação nacional, é preciso transitar entre diferentes áreas e estabelecer boas relações com pares, fornecedores e clientes de culturas diversas. Por isso, quem consegue criar (e manter) conexões entre vários grupos acaba se destacando. Profissionais que circulam em grupos diferentes desenvolvem um olhar inovador para antigos problemas. E essa habilidade é importante para a vida fora do escritório também. Sabemos que apesar de os níveis de relacionamento variarem de pessoa para pessoa, a aptidão para conviver com gente de diferentes círculos é a base do bom desenvolvimento social.
Cafés e almoços com parceiros fora do ambiente formal de trabalho ajudam a estimular essa habilidade. Invista também em conhecer pessoas que, aparentemente, não têm nada a ver com a sua área. Pois sair da zona de conforto aumenta a capacidade de aprendizagem e o traquejo social.

OTIMISMO
6 PENSAR POSITIVO

Encarar as situações de crise com uma atitude positiva rende bons frutos. Os otimistas criam melhores soluções para resolver os problemas do trabalho. Isso porque, o que surge com o pessimismo faz com que o cérebro crie apenas raciocínios de sobrevivência e pare de enxergar as possibilidades reais para contornar situações adversas. Quem é otimista, se sente mais bem preparado para encarar riscos e liderar mudanças.
Pesquisas apontam que o caos é o melhor momento para a criatividade. As soluções aparecem naturalmente quando você acredita que é possível superar um obstáculo. Mas cuidado: o otimismo é bom desde que seja responsável e distinto da ingenuidade. É necessário ter os pés no chão e pensar em saídas racionais para a resolução de um problema.

ALTA ENERGIA
7 DISPOSIÇÃO TOTAL

A energia contamina positivamente o ambiente. Mas lembre-se que a motivação nada mais é do que o efeito colateral de quem atribui significado ao que faz. Esse sentimento só aparece em quem encontra valor no trabalho. Os profissionais normalmente não dão importância devida a essa atitude. Na pesquisa da McKinsey, esse tópico apareceu como um dos menos praticados, já que o desenvolvimento dessa habilidade requer tempo, autoconhecimento, mudanças profundas de atitude e é muito pessoal. Para ter energia alta, você precisa primeiro descobrir o que te move.

ENGAJAMENTO
8 A IMPORTÂNCIA DE CONDUZIR

O otimismo e a sensação de que o trabalho tem um significado pessoal são dois fatores que determinam uma terceira habilidade desenvolvedora de sucesso: o poder de engajar. Conseguir fazer com que a equipe se sinta motivada para cumprir um objetivo comum não é algo fácil. Mas os que têm esse poder, que é moldado ao longo dos anos de carreira, fazem com que o time se sinta mais propenso a encarar desafios e a comprar idéias arriscadas. Ter crença nos próprios objetivos é essencial para cativar o time.
As formas de engajamento variam muito de profissional para profissional. Para ter sucesso nesses aspectos, o segredo é ser natural. Forçar o comprometimento não funciona. O time só segue quem realmente acredita no que faz. Uma boa técnica para unir a equipe é propor que todos pensem no pior cenário possível para a companhia, pede detalhes assustadores dessa crise e estimula cada um a elaborar planos para resolver o pesadelo. A medida faz com que todos se sintam parte importante da engrenagem da organização.
Note: um engajador pode estar em qualquer posição hierárquica. Quem tem essa habilidade pode ocupar qualquer função.

Fonte: Revista Você S/A
Novembro 2010

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